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Sustentabilidade

UFTM e Comitê de Efeitos Climáticos de Uberaba fecham parceria para enfrentar impactos das mudanças climáticas na saúde

Publicado: Terça, 20 de Outubro de 2026, 09h53

 

A Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) e a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) fortaleceram a integração com o Comitê de Efeitos Climáticos de Uberaba para mitigar os impactos ambientais na saúde pública. A articulação, oficializada em reunião no dia 15 de outubro de 2026, integra as ações do Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde (PET-Saúde: Clima), do Ministério da Saúde, voltadas ao período de 2026 a 2028. Reuniram-se representantes do Comitê de Efeitos Climáticos de Uberaba, a coordenadora-geral do PET-Saúde: Clima e os coordenadores dos cinco Grupos de Aprendizagem Tutorial (GAT) do Programa.

 

Com o acordo, um representante do, PET-Saúde ocupará uma cadeira no Comitê municipal. A coordenação do Programa iniciou uma articulação com o Comitê para estabelecer uma parceria institucional e alinhar ações conjuntas voltadas à proteção da saúde da população, especialmente dos grupos socialmente vulnerabilizados. “A iniciativa prevê a construção compartilhada de conhecimentos e práticas, envolvendo universidade, gestão pública, trabalhadores da saúde e comunidade”, explicou a coordenadora-geral do PET-Saúde: Clima, professora Erika Trevisan. O objetivo é inserir diretamente a área da saúde nas estratégias locais de prevenção e resposta a desastres ambientais, priorizando o atendimento no SUS para populações em situação de vulnerabilidade social.

Erika Trevisan, coordenadora-geral do  PET-Saúde: Clima

 

O Comitê de Efeitos Climáticos é presidido pelo vice-prefeito Mauricinho de Sá e reúne os seguintes órgãos:

  • Codau (Centro Operacional de Desenvolvimento e Saneamento de Uberaba)
  • Defesa Civil
  • Corpo de Bombeiros
  • Especialistas e secretarias municipais

Segundo a docente, a aproximação entre a Universidade e a gestão pública será fundamental para o planejamento preventivo e para o aprimoramento da capacidade de resposta da Rede de Atenção à Saúde do SUS diante da crise climática.

As metas prioritárias da parceria para os próximos dois anos incluem:

 

Área de Atuação

Principais Ações Previstas

Vigilância e Território

Fortalecimento dos cuidados em saúde diretamente nas comunidades afetadas.

Atenção Especializada

Ampliação do acesso a tratamentos e promoção do cuidado integral.

Comunicação

Desenvolvimento de estratégias de orientação direta à população.

Capacitação

Formação de profissionais de saúde para atuar em emergências climáticas.

 

Fotos: Alfredo Neto/PMU

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